Michael Jordan, ex-jogador de basquete norte-americano, completou 50 anos ontem. Uma lenda viva do basquete mundial. Talvez você nunca tenha assistido a um jogo completo de basquete, mas provavelmente já ouviu o nome dele.
Ele conseguiu elevar a maior liga profissional de basquete, a NBA, a outro nível. E com certeza é um dos responsáveis pela popularização do esporte fora dos Estados Unidos. Influenciou crianças e adultos espalhados pelos mais diversos lugares do globo terrestre.
Jordan coleciona números: foi seis vezes campeão da NBA, eleito cinco vezes o melhor jogador da temporada regular, seis vezes o melhor jogador das finais, cestinha (jogador que faz o maior número de pontos) da liga em dez temporadas, duas vezes campeão olímpico e nas olimpíadas de Barcelona (1992) integrou a melhor seleção mundial de basquete da história. Definitivamente, o Pelé das quadras de basquete.
São poucas pessoas no mundo que são referência em sua área profissional como ele é. Com certeza, temos muitas coisas a aprender com o Michael Jordan.
Veja algumas lições que este ícone do esporte mundial tem a nos ensinar:


Decisivo até o último segundo: no basquete existe uma situação que é chamada de Clutch Time – quando o cronômetro está perto de zerar -, com certeza, um dos momentos de maior pressão, pois uma cesta pode trazer a vitória ou levar à derrota. Por diversas vezes o time confiava ao Jordan o último “chute”, sabiam que ele era decisivo, pois era um jogador com um alto poder de precisão. Para alcançarmos o sucesso e termos a confiança de nossa equipe, devemos estar sempre preparados.

Sua história não começa nos melhores momentos: até chegar a ser o maior jogador de basquete da história, Michael Jordan treinou bastante. E depois de ter se tornado o maior, continuou treinando. Ele sempre foi o primeiro a chegar aos treinos e o último a sair. Para trilhar os caminhos do sucesso, não há dúvidas que precisamos nos dedicar ao máximo.
Superação:  Michael Jordan, este também é uma referência de história de superação, isto porque muito novo desenvolveu seu interesse pelos esportes, porém quando ainda era adolescente com 1,88 de altura foi rejeitado pela equipe de esportes da sua escola por considerarem que Michael era baixo para função. Apesar de ter sido dispensado Jordan nunca desistiu do seu sonho em ser um jogador de basquete reconhecido. Em 1981, conseguiu entrar para equipe de um time da Universidade da Carolina do Norte, onde permaneceu até o ano de 84.
Jordan errou mais de 9 mil arremessos, perdeu mais de 300 jogos , falhou 26 vezes em que seu time confiou a ele o “chute” da vitória. Mas ele superou todos esses erros. Em vez de desistir, ele continuou, treinou e se superou. Não somos perfeitos e podemos cometer erros. O que diferencia aqueles que alcançam seus objetivos e aqueles que desistem está em como reagem ao erro. Uns apenas desanimam e desistem, já outros usam o erro para encontrar o caminho correto e alcançar a vitória.
Em um comercial certa vez Michael Jordan disse: “Eu falhei uma vez e outra e outra e novamente em minha vida. E é por isso que tenho sucesso.” Comercial ou não, publicidade ou não, os números provam que isso é um fato.

   



O físico alemão Albert Einstein é um grande exemplo de superação. Aos 3 anos de idade apresentava dificuldades em se comunicar. Na primeira tentativa em ingressar na universidade, acabou reprovado. Mesmo sendo aluno acima da média, era considerado mais lento que os colegas de sala na resolução de problemas matemáticos. Dizem até que reprovou na matéria que mais tarde iria consagrá-lo com um prêmio Nobel. Como no livro Pai Rico Pai Pobre, Einstein sofreu influência positiva de um jovem estudante de medicina, o que suscitou no garoto de 10 anos o gosto pela leitura de obras mais elaboradas. Sua mente brilhante não estava somente voltada a cálculos matemáticos, o que pode ser demonstrado em sua opinião a respeito dos momentos de crise:


“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo, sem ficar superado.”

A história dele é bem comum. Um garoto que sempre estudou em escolas públicas, quando entrou na adolescência, aos 10 anos, desenvolveu uma timidez imensa e por isso se envolvia em diversas confusões, por muitas vezes seus pais foram chamados na escola, principalmente quando Einstein estava cursando a 5ª serie. Nunca foi um aluno exemplar, sempre sofreu bullying, e ia muito mal na escola com notas ruins.  Quando Albert entrou no 8º ano, ele surpreendeu a todos, pois conseguiu notas muito melhores como nota E em Física, E em Química, E em Matemática e D em Línguas Latinas. Este caso se repetiu por 3 anos consecutivos. Quando mais velho Einstein ingressou em um curso técnico, porém nunca terminou.
Então um dia Albert Einstein resolveu brincar de física, começou a analisar os livros de física que nunca tinha dado importância, alguns livros sobre a sua biografia dizem que o cientista lia rapidamente os livros e dali já tirava suas maiores conclusões.
Hoje em dia reconhecido como o maior e melhor Físico Matemático de todos os tempos, Einstein conseguiu conquistar todo o reconhecimento através da sua força de vontade, sendo assim considerado um gênio e um fenômeno, já que nunca tinha sido bom nos estudos.


A superação é importante em todos os obstáculos.

“Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e as soluções fáceis. Sem crise não há desafios. Sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.” 


História

 Intocáveis é um filme francês de comédia dramática, escrito e realizado por Olivier Nakache e Éric Toledano, com François Cluzet e Omar Sy nos principais papéis. O filme aborda a relação de um multimilionário tetraplégico e do seu peculiar auxiliar de enfermagem, baseado no livro autobiográfico de Philippe Pozzo di Borgo, Le Second souffle. O filme assim como o livro são baseados em fatos reais. Foi o filme mais visto na França em 2011 e é o mais rentável filme francês da história. O dinheiro arrecadado com a venda dos direitos de autor da adaptação do livro ao cinema, cerca de US$ 650 mil, foi doado a uma associação de ajuda a deficientes físicos.
A sua estreia em Portugal ocorreu a 29 de março de 2012. Foi exibido de forma pioneira dobrado em português, com as vozes de Igor Gandra, Pedro Mendonça, Joana Carvalho, Raquel Rosmaninho e Rui Oliveira. No Brasil estreou-se a 31 de agosto de 2012.


História

Um pai solteiro que não tinha dinheiro nem para alugar uma casa, chegando a ser despejado diversas vezes, vivendo em albergues para desabrigados, e tendo dormido até em banheiro público com o seu filho. Chris Gardner foi largado pela esposa, que não aguentava tanta dívida. Certo dia, com apenas $ 21,35 no bolso, um Scanner portátil para ossos para vender, e na total miséria, viu um homem estacionar sua Ferrari, e perguntou ao mesmo: O que faz? E como faz? O homem respondeu que era um corretor da bolsa de valores. A partir dali Chris colocou na cabeça que seria um corretor e que um dia teria uma Ferrari. Só que a corretora empregava apenas um a cada seis meses, e a vaga era disputada por diversas pessoas.
Naquele momento começava a história da busca pela felicidade de Chris, o corretor que virou mito na Wall Street. O quase mendigo que comprou a Ferrari de Michael Jordan, montou sua própria empresa, e em 20 anos transformou 21 dólares e 35 cents em uma fortuna avaliada em torno de $ 600 milhões de dólares. Hoje, Chris Gardner já tem sua história contada em livro e filme, ambos denominados À Procura da felicidade, sendo o último estrelado por Will Smith.